Vi no blog do Érico Assis, me interessei e comprei. Assim que terminar, publicarei minhas impressões. Por enquanto, em uma rápida folheada, parece ser mais do que uma Graphic Novel.
Não entendo nada de moda e acho que nunca vou entender. Cheguei a essa conclusão depois de ver uma mulher (fisicamente atraente) vestindo regata e cachecol.
Em minha concepção, regata deve ser usada no calor e cachecol no frio¹, portanto, utilizar os dois ao mesmo tempo não faz sentido algum. É o mesmo que acasalar um Pincher com um Dog Alemão ou misturar doce com salgado - que, diga-se de passagem, é uma merda (não discuta!).
Em 2007 eu e mais dois amigos decidimos criar um blog de conteúdo variado, ou seja, publicar um monte de coisas legais (entenda como quiser) que a gente acha na Internet, ou seja², mais do mesmo.
Cansados de ser igual a todos (covenhamos, todos esses blogs são iguais; publicam as mesmas coisas), decidimos criar nosso próprio conteúdo. Pois bem, o nome do blog era Estarreco (hahahahaha! lembra até hoje da tarde que decidimos esse nome!) e o tal conteúdo era uma novela chamada Estarreco Corp. A idéia, como o nome sugere, era mostrar o que se passava “por trás” do blog; o dia-a-dia dos funcionários, como em The Office (que eu nunca nem tinha ouvido falar). Não preciso dizer que em alguns meses desisti do blog.
Ok. Chega de história.
Hoje, brincando com o Internet Archive, encontrei vestígios desse meu antigo blog e, consequentemente, dessa “novela”. Confesso que na época não via TANTA graça, talvez por eu ser o criador, mas vendo hoje… Pow! Eu até era engraçado, vai?!
Hoje, ao abrir o Twitter, me deparei com uma pequena brincadeira (chamada pelos frescos de meme) nostálgica chamada #ha3anos.
Para quem nunca abriu o Twitter, não entenderá o que é exatamente essa cerquilha (#) com esse monte de coisa concatenada. Em poucas palavras, isso é uma hashtag, uma forma de organizar por “categoria” os twits enviados.
Voltando…
Achei divertido ver as pessoas relembrando quem elas eram, onde estavam e o que acontecia em 2006. Três anos pode parecer tão pouco perto de tudo o que vivemos, mas nesse período, muita coisa mudou. Muita mesmo.
Nessa brincadeira lembrei de quem eu era, quais eram minhas obrigações, minhas paixões, meu sonhos… Era tudo diferente. Tudo mesmo.
Trabalhava em um pequeno escritório lá na Vila Olimpia atendendo suporte de um provedor de hospedagem, iniciava minha faculdade de Sistemas de Informação e tinha planos de seguir a carreira de desenvolvedor web. Meus amigos eram, basicamente, os do colégio que eu havia acabado de me formar e os poucos (dois) da infância.
Não sei exatamente quando foi que eu troquei tudo isso. Mudei meu jeito de falar, de andar e de se vestir, meu gosto musical (aqui eu diria que não foi uma mudança, mas uma evolução), minhas prioridades e até meus sonhos.
Tem também os amigos. Muitos se foram, muitos surgiram… Taí, talvez minhas mudanças estejam diretamente ligadas à rotacionalidade (existe isso?) de pessoas à minha volta… Ou será o contrário? Enfim…
Foi bom ter participado dessa brincadeira (ou, como disse, meme, mas isso é para os frescos) hoje. Foi bom lembrar que, com tantos reviravoltas, no final das contas, eu evoluí.
Mallu Magalhães é um hype. Seja para a adoração de suas composições e seu jeito “mamãe sou um gênio” ou para rir de suas entrevistas bizarras onde as respostas não têm sentido algum para com as perguntas. De uma forma ou de outra, ela é um hype.
Particularmente eu não gosto de suas composições, nem do seu jeito. Diferente de muitos, acho composições rasas, típicas de uma menina de 16 anos - que por sinal é a idade dela. Mas é inegável: Mallu é um achado. Entre centenas (e talvez milhões) de jovens talentosos, virtuosos e inteligentes, “escolheram” ela. E deu nisso.
Final de semana passado - para ser mais exato, no Domingo, dia 29/03 - Mallu se apresentou no Shopping Metro Tatuapé. A apresentação era gratuita e, acredite, eu fui. Fui mais pela curiosidade. Queria ver a famigerada de perto.
Cheguei bem cedo com uma amiga (uma fanática, diga-se de passagem) para garantir bons lugares. Assim que chegamos ao local comecei a mudar minha opinião sobre essa menina. O que era antes (para mim) uma pessoa insignificante acabou se tornando uma pessoa respeitável. Ver aquela multidão me fez pensar a diferença que essa menina que não consegue se comunicar direito está fazendo com seu principal público - os adolescentes.
Mallu Magalhães surgiu em meio a essa podridão que tem manipulado toda a adolescência e conseguiu convencer uma parcela de bípedes de que Tati Quebra Barraco não é música; convenceu de que ler enriquece conhecimento e imaginação; convenceu que ser culto é “cool” e, acima de tudo, convenceu A MIM de que nem tudo está perdido.
Posso eu não gostar de sua música nem do seu jeitinho abobado de se expressar, mas se for pra limpar toda essa sujeira dessa adolescência aculturada, quero mais Mallus espalhadas por aí.
A idéia era criar uma coluna do mesmo estilo do Milton Neves, onde ele descreve o que determinados jogadores estão fazendo atualmente já que não aparecem mais na mídia, porém, não consegui informações suficientes para falar sobre nenhuma das “celebridades” que selecionei. Então, como solução (e “desculpa” para voltar a atualizar o blog) decidi simplesmente relembrar dessas celebridades e, quem sabe, informar o que fazem atualmente.
Vamos começar então?
Banda: P.O. Box Integrantes: Carlinhos Santos (vocal), Nélson Araújo (guitarrista), Jairo Reis (guitarrista), Ocione Reis (contrabaixista) e o Neil Araújo (baterista) Ano de fundação: 1997 Ano(s) de sucesso: 1999/2000 Maior Hit: Papo de Jacaré
Que fim levou?
Fiz uma pesquisa para saber se lançaram mais algumas coisa depois dessa época e acabei descobrindo que em 2002 eles voltaram a ativa (eu nem sabia que nessa época eles tinha parado) lançando um DVD (o vídeo acima faz parte dele), mas é tudo o que sei.
Não sei quem criou e nem quando foi criada essa teoria, mas ela foi muito bem aceita (inclusive por mim!) e acabou se popularizando por todos os cantos da rede. Se popularizou tanto que ganhou uma participação no jornal Lance! de hoje (18/02/2009). Na matéria sobre o jogo Santos X Rio Branco, o jornalista João Henrique Marques aproveitou a “excursão” do alvinegro praiano para Rio Branco - suposta capital do suposto Acre - e escreveu seu texto totalmente inspirado pela teoria da inexistência do estado. Começando pela chamada da matéria: com a frase “SIM, EXISTE!” logo acima de “PRAZER, ACRE”.
Se você não teve a oportunidade de ler, colocarei uma imagem em breve. Fique de olho.